Olho na praia os homens e seus paus os homens bons os homens maus... Meus Adãos...! Olho-os todos meus olhos pincelam seu real seu genital seu principal suas surpresas Os ricos Os pobres Os moles Os duros Os puros Os palhas os nobres e os canalhas. Varas de condão meu irmão, meu tesão sua boba mão sua corcunda seu porte belo seu amor sincero sua mão na bunda Ah, alegria vindoura Meu sacro-saco Travesseiro morno, manjedoura. Meus olhos namoram os homens pisando pés na areia banhando-se exibindo-se se encervejando todos. Os príncipes os sérios os sábios os malucos os síncopes os sãos os eunucos. Olho na praia os homens e seus paus suas charlas suas cantadas suas caras de pau. Barbas crescendo barbas feitas barbas mal escanhoadas barbas caprichadas barbas bem-feitas. Escuto os homens com suas másculas fofocas: os patrões, os empregados as aulas, as produções o time bárbaro o gol que deveria ter sido o amigo enrustido aquela que comi aquela que não quis me dar o pai herói. Não dói. Gozo de ver na praia os homens e seus paus as olhadas as investidas as brochadas os tamanhos as disputas, os enchimentos a tática. Ah meus amores, não importa o tamanho da varinha de condão importa é a mágica! Ah meu querido, meu gato eu nem vou discutir porque eu não tenho saco.
3 comments:
"Pau de Aurora"
Olho na praia os homens e seus paus
os homens bons
os homens maus...
Meus Adãos...!
Olho-os todos
meus olhos pincelam seu real
seu genital
seu principal
suas surpresas
Os ricos
Os pobres
Os moles
Os duros
Os puros
Os palhas
os nobres e os canalhas.
Varas de condão
meu irmão, meu tesão
sua boba mão
sua corcunda
seu porte belo
seu amor sincero
sua mão na bunda
Ah, alegria vindoura
Meu sacro-saco
Travesseiro morno, manjedoura.
Meus olhos namoram os homens
pisando pés na areia
banhando-se
exibindo-se
se encervejando todos.
Os príncipes
os sérios
os sábios
os malucos
os síncopes
os sãos
os eunucos.
Olho na praia os homens e seus paus
suas charlas
suas cantadas
suas caras
de pau.
Barbas crescendo
barbas feitas
barbas mal escanhoadas
barbas caprichadas
barbas bem-feitas.
Escuto os homens com suas másculas fofocas:
os patrões, os empregados
as aulas, as produções
o time bárbaro
o gol que deveria ter sido
o amigo enrustido
aquela que comi
aquela que não quis me dar
o pai herói.
Não dói.
Gozo de ver na praia os homens e seus paus
as olhadas
as investidas
as brochadas
os tamanhos
as disputas, os enchimentos
a tática.
Ah meus amores, não importa
o tamanho da varinha de condão
importa é a mágica!
Ah meu querido, meu gato
eu nem vou discutir
porque eu não tenho saco.
(Autora: Elisa Lucinda)
Adorável...nas formas e na expressão facial. Rendo-me.
BS
Linda...
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